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Em reunião de acionistas da Volkswagen na última semana, em Berlim, o historiador Christian Russau acusou a montadora de tentar se esquivar de sua responsabilidade por atos de tortura e cumplicidade durante a ditadura militar brasileira.

Russau alertou que a empresa pretende defender a tese de que a responsabilidade seria individual e exclusiva do funcionário Ademar Rudge, então chefe de segurança.

A Volkswagen se defendeu, afirmando que admite sua responsabilidade pelo período, como consta, inclusive, do relatório produzido por Christopher Kopper, divulgado em dezembro de 2017 e encomendado pela própria empresa.

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