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O livro de Lourenço Nossa “Mata!O Major Curió e as Guerrilhas no Araguaia” retrata de forma concisa e, para muitos, inédita um dos eventos mais trágicos da história brasileira que ocorreu durante a ditadura-civil-militar. O conflito aconteceu no início da década de 70 entre os militantes do PCB e as Forças Armadas na região entre Tocantins, Pará e Maranhão. Os militantes planejavam realizar uma revolução rural com o apoio da população.

No entanto, assim que descoberta a operação, houve uma grande movimentação das Forças Armadas para conter a suposta “ameaça comunista”. As ordens, oriundas de Brasília, do comando do Exército e do presidente da República, eram claras “não deve haver sobreviventes”, a lei era “institucional”, não da selva.

Consequência disso foi uma repressão desumana. Muitos guerrilheiros já abatidos que não ofereciam mais qualquer resistência, foram torturados e mortos de formas cruéis. Militantes como Dinalva Oliveira Teixeira (Dina), Luiza Garlippe (Tuca), por exemplo, foram assassinadas já depois de capturadas e rendidas.

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