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No último domingo, ocorreu, no Uruguai, a “Marcha do Silêncio”, em memória ao dia 20 de Abril de 1976, em que membros exilados do Movimento de Libertação Nacional-Tupamaros foram assassinados em Buenos Aires. Sob o lema “Impunidade: Responsabilidade do Estado ontem e hoje”, os milhares de manifestantes – empunhando cartazes com nomes e rostos de desaparecidos – exigiam responsabilização pelos desaparecimentos durante a ditadura militar uruguaia (1973-1985). O reconhecimento das violências praticadas e a responsabilização dos ofensores se revela como um dos pilares centrais da justiça transicional e revela a sua importância na contribuição para a construção de uma sociedade democrática, na qual não impera a impunidade e a justiça efetivamente se concretiza na realidade social e institucional.

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