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Iniciou-se, em Madri, na última semana, o julgamento dos responsáveis por roubo de bebês de mães opositoras da ditadura franquista (1936-1975. Estima-se que mais de 30 mil crianças foram separadas de seus lares, declarados mortos e entregues para adoção, inclusive com falsificação de certidões de nascimento. Os crimes também atingiram crianças provindas de famílias pobres/fora do casamento.
Dentre os denunciados, está o médico Eduardo Vilela, acusado de separar a espanhola Inés Madrigal de sua mãe biológica e falsificar sua certidão de nascimento. A promotoria solicita que Vilela, hoje com 85 anos, seja condenado a 11 anos de prisão. Nos depoimentos prestados durante a semana, o médico negou veementemente qualquer participação nos crimes.
A Argentina também vivenciou problema similar durante seu período ditatorial, quando aproximadamente 500 crianças foram retiradas de suas famílias, sendo que, até o momento, dois ex-chefes da Junta Militar, Jorge Videla e Reynaldo Bignone, foram condenados em 2012 pelos crimes cometidos.

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