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Investigadores da ONU pediram à Justiça Internacional que inicie um processo contra o comandante das Forças Armadas de Mianmar, além de outros cinco militares, por “genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra”.

A missão da ONU, que não foi autorizada pelo país, entrevistou 857 vítimas e utilizou imagens de satélite na investigação. No documento produzido, afirma-se que “Os crimes cometidos no estado de Rakhin e a maneira como foram cometidos são de uma natureza e de uma gravidade similares àqueles que permitiram estabelecer uma intenção genocida em outros contextos”. São citados, além das perseguições, crimes como torturas, estupros e casos de escravidão sexual.

É estimado que mais de 700.000 rohingyas foram obrigados a deixar Mianmar de agosto a dezembro de 2017, buscando abrigo em Bangladesh, onde há campos de refugiados. A missão da ONU considera “prudente” a estimativa da ONG Médicos Sem Fronteiras de que 10.000 rohingyas morreram devido à perseguição.

Além dos seis militares de alta patente listados pela ONU, outros podem ser envolvidos por perseguição aos rohingyas.

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